domingo, julho 18, 2004

Passeando o olhar: O ESTRANHO CASO DAS MULHERES NO ENSINO SUPERIOR

            Estava eu acabadinha de almoçar quando, atirando-me displicentemente para o sofá, lanço o meu olhar sob a “notícias magazine”. Ao folhear a revista deparei-me com um interessantíssimo texto, que mais parece uma fábula para crianças, de títlo: “O ESTRANHO CASO DAS MULHERES DO ENSINO SUPERIOR” ( Manuel Ribeiro).
            Pois é, não tenho nenhum comentário a fazer, apenas vos deixo com um extracto quase total da provocação, leiam até ao fim porque, acreditem, merece a pena e deixem os vossos comentários!
 
            “Estamos em plena época de exames. A miudagem mais espigadota trocou momentaneamente a praia e as discotecas para marrar umas coisas, basicamente para fazer o jeito aos progenitores que lhes chagam a cabeça por não os verem pegar num livro, e garantir assim a continuidade da mesada.
            Uma das aparentes aberrações desta coisa é o facto de a maioria dos estudantes do grau superior serem mulheres. Sabendo-se da óbvia inferioridade intelectual das ditas, não deixa de parecer estranho que dominem as salas de aulas, o que tem vindo a ser aproveitado por alguns como argumento contra a natural divisão do trabalho entre espécies.
            Nada mais errado. O excesso de mulheres nas universidades decorre de razões perfeitamente explicáveis e que nada têm que ver com a sua reduzida competência.

            Em primeiro lugar, temos de ver que uma grande parte das moças não foi dotada pelo Criador com os requisitos anatómicos mínimos que lhes permita contribuir com o que quer que seja para a nossa felicidade. Essa legião de camafeus dedica-se ao marranço por óbvia falta de alternativas. Noutros tempos, era deste lote que se recrutavam as criadas de servir, hoje em completo desuso, as freiras e as tias solteironas.

            Há depois um grande grupo de raparigas que opta por aqueles cursos que só interessam mesmo ao mulherio, do género professoras, secretárias ou enfermeiras. Embora apareçam por lá, de vez em quando, uns marmanjos de perfil duvidoso só para dar colorido à coisa, ninguém no seu completo juízo se lembraria de emparceirar com aquele enxame de mulheres sempre aos saltos e aos risinhos.

            Temos ainda aquele grupo das ressabiadas, que por qualquer razão obscura se lhes meteu na cabeça que era melhor agarrarem-se aos livros do que a eventuais namorados, e que trocaram os tachos por calhamaços e projectos. São as tais que vivem ainda na ilusão de que lá por virem a ter um qualquer diploma alguém as vais contratar sem avaliar bem as pernas e demais adereços das candidatas.

            As que sobram, e já não são muitas, são as espertalhonas que detectaram que a universidade é o terreno ideal para sacar um lorpa endinheirado. Essas é que são umas verdadeiras cientistas, capazes de descortinar num relance umas calças da Gant ou um relógio Rolex, que as impulsionam de imediato a desabotoar o decote e a atacar a vítima com languidez. É destas doutoras, que não apresentam qualquer perigo de se tornarem em embirrentas executivas, que o país precisa.
 
That’s all folks
 
A Fura Bolos

9 comentários:

Mãozinhas disse...

Só queria dizer que vou comentar este artigo ponto por ponto, enquanto isso só queria deixar a seguinte reflexão: Quem é este gajo para vir falar das mulheres universitárias assim ?! Algum frustrado, só me vem isso à cabeça. Anda uma mulher(a mãe dele) a criar isto...meu deus... coitada é da mulher deste e pior, pior é as suas filhas...
Polegar

Vicarious disse...

vamos ver uma coisa, o extracto do texto tem a sua piada! lol se o autor pretende ter piada e criar riso, acho que o consegue minimamente, e de dois modos: se ele está realamente de acordo com o que escreveu, só me posso rir e achar que é muito mau, e triste, que ainda haja quem pense assim...

Mãozinhas disse...

Concordo xico, isto dá-me verdadeiramente vontade de rir uma vez que é ridiculo...faz-me também ter pena e frustração de ainda existirem pessoas com uma mentalidade assim( se é que ele tava a falar a sério)...enfim...é neste mundo que vivemos...
Mindinha*

jorge miguel miranda disse...

A mãe deste senhor deve-lhe ter batido muito quando ele era pequeno...
É triste ver alguém escrever artigos destes onde as mulheres são subestimadas e colocadas ao nível de rameiras (para não utilizar um termo mais pesado).
Talvez o senhor não dê a cara porque tem vergonha dos artigos que escreve ou por causa das marcas de infância...

Anónimo disse...

este cromo nca deve ter faturado c nenhuma universitaria,claro!!e a explicação lógica para tanta verborreia literária..ou entao levou umas tampitas e agora ker desforrar-se desta forma..mas axo k n e assim k ela afasta os traumas do passado..sugiro umas mesinhas caseiras,c sangue de galo preto e um ramo d urtiga colhido a meia noite numa noite d lua xeia..e capaz d ser mais eficaz..agora sair da universidade virgem e obra!este homem tem o seu valor, n o podemos negar..

angelo

Anónimo disse...
Este comentário foi removido por um gestor do blogue.
Anónimo disse...

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